quinta-feira, 2 de junho de 2011

FHC é favorável ao tráfico e uso de drogas

Por: Eliseu
Um grupo formado por líderes políticos e empresariais de todo o mundo - entre eles, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso - afirma que a "guerra global" contra as drogas falhou em seu objetivo, e defende a adoção de medidas como a criação de mercados regularizados para conter o crime organizado.


O ex-presidente tucano Fernando Henrique Cardoso é favorável ao tráfico e uso de drogas, que pode ser conferido no texto de "líderes políticos e empresariais" em que afirma que "guerra contra drogas no mundo fracassou e defende mercado regularizado"
O grupo de apenas 19 membros, chamado Comissão Global de Políticas sobre Drogas, do qual Fernando Henrique Cardoso faz parte, divulgou nesta quarta-feira um relatório com "recomendações" aos governos sobre como lidar com os problemas sociais decorrentes do consumo e da dependência de narcóticos no mundo. O interessante é que no governo FCH não houve uma política social adequada.
"Se governos nacionais ou administrações locais acham que as políticas de descriminalização pouparão dinheiro e trarão melhores resultados sociais e de saúde para suas comunidades, ou que a criação de um mercado regularizado pode reduzir o poder do crime organizado e melhorar a segurança de seus cidadãos, então a comunidade internacional deve apoiar e facilitar tais políticas experimentais e aprender com a sua aplicação", diz o texto. Como se uso de drogas melhorasse a saúde de alguém, a não ser a saúde financeira dos traficantes.
Para a comissão, é necessário "quebrar o tabu" em torno do consumo de drogas, visando a saúde e a segurança tanto da população em geral quando dos consumidores de narcóticos.
Além disto, o texto defende o acesso fácil a seringas, além de outras medidas que reduzam os danos aos viciados, evitando overdoses e a contaminação por doenças transmitidas pelo sangue, como a Aids.
O relatório defende penas alternativas para os pequenos vendedores de drogas, diferenciando-os dos líderes das quadrilhas de narcotráfico.
"A maioria das pessoas detidas pela venda de drogas em pequena escala não são gângsters ou criminosos organizados", diz o texto. Mas os pequenos traficantes, também chamados de "aviões" trabalham para os grandes e poderosos que moram no "asfalto". E são recrutados para esse serviço menores de idade, preferencialmente, em razão da legislação do "pode tudo" para quem não completou 18 anos.
Além disso, o grupo afirma que boa parte dos agricultores que cultivam as matérias-primas das drogas são pequenos produtores que lutam para sustentar suas famílias. Desta forma, puni-los como criminosos seria um erro.
"Oportunidades alternativas de subsistência são investimentos melhores do que destruir a sua única maneira disponível de sobrevivência", afirma o relatório. Será? O Brasil produz tudo que é plantado, portanto em vez de cultivar maconha, pode ser feito cultivo de alimentos, porém, atividade bem menos lucrativa.
O relatório ainda coloca em dúvida os malefícios à saúde pelo uso de drogas, citando "óbvias anomalias decorrentes do fato de que a avaliação corrente do risco e dos danos causados pelas drogas foi feita há 50 anos", quando havia, de acordo com o grupo, poucas evidências científicas para servir de base a estas decisões.
Para as famílias que foram destruídas pelo consumo de drogas, seja de filhos, pais, mães, irmãos, etc. e para aquelas que foram vítimas da violência, que chega a mais de 80% das ocorrências policiais, a análise se querem para governar o País um partido que um de seus maiores líderes tanto se identifica com as drogas. E um outro grande líder tucano, o Senador Aécio Neves, que foi parado em uma blitz de trânsito embriagado e se recusando a fazer o teste do bafômetro.  

Com informações da BBC Brasil