terça-feira, 5 de julho de 2011

Em velório, FHC o corno manso admite não ser “Pai do Real”

Por: Eliseu

Fernando Henrique Cardoso, o corno manso chegado num baseado que tomou o  golpe da barriga da amante, a correspondente da TV Globo em Brasília Miriam Dutra, que sempre reivindicou para si a autoria do Plano Real, admitiu publicamente durante o velório do verdadeiro pai, Itamar Franco, que não era o pai, e sim Itamar. Mas mesmo assim, insinuou ser o criador do Real.

FHC esqueceu as rusgas do passado, engrossou o coro dos elogios e destacou a importância de Itamar para a implantação do Plano Real, sem, entretanto, abrir mão da paternidade do projeto.

“Eu devo a Itamar por ter aberto espaço para um obscuro político da época ao me convocar para ser ministro da Fazenda numa época muito difícil. O plano Real foi feito por uma equipe. Eu chefiei esta equipe, mas nada disso seria feito sem o apoio irrestrito do presidente da República. Mesmo que o Itamar, lá no fundo da alma dele, não estivesse totalmente convencido. Mas ele confiava e deu a mim uma força difícil de imaginar que algum presidente pudesse dar”, afirmou FHC.

Quanto ao golpe da barriga, FHC continua reivindicando a paternidade mesmo após dois testes de DNA darem negativo. A esperta e ambiciosa jornalista, aproveitando que FHC crescia nas pesquisas para presidente, - amparado pelo criador do Real, Itamar - pensando no seu futuro pessoal e profissional aplicou aquele velho golpe que louras oxigenadas costumam dar em pagodeiros e jogadores de futebol. Deu uma chave de b.... em FHC e engravidou. A ardilosa jornalista passou a carregar um furo de reportagem em seu próprio ventre. Um filho daquele que seria o próximo presidente da República do Brasil.
Ao saber que a amante estava grávida Fernando Henrique entrou em pânico. Afinal, como diria outro Fernando, aquilo era nitroglicerina pura. FHC tentou convencer a amante a fazer um aborto mas ela riu da cara dele. A mulher não ia jogar fora o seu pé de meia. Sua polpuda caderneta de poupança. Foi aí que entrou em ação a operação abafa. Como ela era correspondente da Globo, imediatamente foi transferida para a Espanha, com um salário milionário, sem obrigação de fazer nada. Apenas ficar calada e quietinha, cuidando do filho bastardo do presidente. Os advogados do seminário DEMOCRACIA IMPRENSA E JUDICIARIO ficaram boquiabertos com a história. Afinal, como a moça é jornalista, toda a imprensa sabe desse caso. O que surpreende é que nenhum órgão de imprensa publicou nada a respeito. É compreensível que o jornalismo da Globo não tenha tocado no assunto, até porque eles são parte envolvida neste escândalo. Sim, porque isso é um escândalo. Mas e a VEJA, que adora matérias sensacionalistas? E a FOLHA DE SÃO PAULO, que coloca o jornalismo acima de tudo? E a ISTO É, que adora publicar matérias escandalosas até sem confirmação? E a CARAS? E O DIA? E o ESTADÃO? E o JB?

Com informações do CMI Brasil e O Documento