quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Kassab e sua política higienista

fora-kassabO Prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, ex-DEMo e fundador do PSD, continua com sua política higienista que a tradicional classe média da qual faz parte tanto gosta.

Após a polêmica do Metrô de Higienópolis, em que os burgueses do bairro recusaram a implantação de uma estação do metrô alegando que traria gente diferenciada ao bairro, a Guarda Civil Metropolitana trás novas denúncias do gênero contra o prefeito.

De acordo com a Rede Brasil Atual, o presidente do Sindicato dos Guardas Civis Metropolitanos de São Paulo, Carlos Augusto Souza Silva, apresentou um documento que confirma a orientação para que a corporação retire a população em situação de rua do centro da capital, feita pelo Secretário de Segurança Urbana do município, Edson Ortega. As provas da política higienista da gestão Kassab foram divulgadas durante reunião do Movimento Nacional de População de Rua e da Pastoral de Rua com a Comissão de Direitos Humanos da Câmara Municipal paulistana, na quarta-feira (16). As entidades consideram que a prática é criminosa.

morador-de-ruaÉ esta política que os governantes tanto defenderam durante os 502 anos antes da era Lula, entre eles o “coisa ruim” Fernando Henrique Cardoso e seus asseclas como o eterno derrotado candidato José Serra. Deve-se lembrar que o morador de rua não está lá porque quer ou acha chique, e sim por ter sido empurrado a essa situação por séculos de governos que não se preocuparam com os menos favorecidos, tratando-os como se ainda estivéssemos na época da escravidão, sempre privilegiando os “barões” em detrimento dos mais pobres. Felizmente é uma situação que vem se modificando após o governo Lula e agora no de Dilma e que tanto desagrada a burguesia de plantão e o PIG, que ao mostrar os números do censo 2010 dá ênfase à desigualdade ainda existente no Brasil, mas esquecem de citar a desde quando vem essa desigualdade e nunca dá os devidos méritos aos quesitos que melhoraram para seus responsáveis: Lula e Dilma.

Por: Eliseu