sábado, 14 de abril de 2012

As asneiras sofismáticas de Arthur Virgílio, o "Bebê Chorão"

Por DiAfonso [Terra Brasilis]

Arthur Virgílio - ex-senador da República pelo PSDB-AM, defenestrado da vida parlamentar pelo voto popular, dublê de homem público ético [aqui] e "Bebê Chorão" [aqui] - tenta atrair para sua tosca imagem os holofotes da mídia [decerto, a mídia golpista com a qual se acumpliciou durante todo o seu mandato]. Em artigo publicado no Brasil_247, é possível ler alguns tresloucados trechos do "cotejo", como o ex-senador mesmo escreve, entre o senador Demóstenes Torres [sem partido] e o deputado federal Protógenes Queiroz [PCdoB-SP]. Diz o "Bebê Chorão":

Nunca confiei em Protógenes. Sua figura trêfega passa leviandade. Daí não me ter chocado em nada sua ligação umbilical com Idalberto Matias Araújo, vulgo “Dadá”, braço direito de Carlos Cachoeira. [Como assim?! Dois dias antes da publicação do artigo de Arthur Virgílio, o deputado Protógenes esclareceu "a ligação umbilical" com Dadá [aqui]. O ex-senador não dever ter lido ou, no mínimo, agiu de forma leviana...]
Acreditava e continuo acreditando nos valores que Demóstenes pregava. Pena, pena mesmo, que ele tivesse um lado “a” e um lado “b”, uma personalidade se chocando com a outra. O lado “a” era a virtude; o “b”, o vício.[Interessante... O senador é pego com a boca na botija - cabe defesa e vamos respeitar o rito - e isso é tido, por Arthur Virgílio, como um simples "vício".]
Nem por minutos depositei crença em Protógenes. Apenas achei irônico que seu lado “b” tenha aflorado tão rapidamente, exibindo sua proximidade com o esquema tentacular de Cachoeira. Repito que não me surpreendeu seu pedido a “Dadá” para dificultar inquérito da Polícia Federal que investigava o próprio Delegado: “Dadá, diga a eles que só falará em juízo. Siga minhas instruções”. [Protógenes Queiroz, diferente de Demóstenes Torres, só tem um lado... o "b"... Protógenes parece ser aleijado de virtudes.]
Intrigante que Demóstenes, padecendo das vulnerabilidades hoje expostas, conseguisse ser tão desafiador no Senado. Intrigante, igualmente, que Protógenes, acostumado a grampos, inclusive ilegais, se sentisse à vontade propondo a CPI que terá de chamá-lo para depor. [Intrigante como Arthur Virgílio não vislumbra a possibilidade de que o tom "desafiador" de Demóstenes pode ter relação com o "rabo preso" de muitos parlamentares. Intrigante é Arthur Virgílio não perceber que alguém que tem lama até o pescoço não age como Protógenes agiu propondo a CPI.]
Em troca, deputados de quase todos os demais partidos poderiam ser imolados e Lula ainda tentaria, através de prepostos exercitar seu ódio contra o governador Marconi Perillo, de Goiás, que cometeu o “crime” de comunicar ao chefe dos mensaleiros que estava havendo mensalão no Brasil.[A gratuidade nos ataques a Lula parece ser uma obsessão virgiliana. A psicologia poderia apontar, aí, um certo complexo de inferioridade: o ex-senador diplomata não foi presidente, não tem um carisma de um metalúrgico, nordestino e querido pelo povo. Quanto a Marconi Perillo, aguardemos se o ex-senador tem razão...]

Leia artigo na íntegra aqui.