domingo, 20 de maio de 2012

A Cachoeira continua a despejar dejetos

ladroes-irmaos-metralhaA cachoeira de podridão da corrupção que teve início com a Operação Monte Carlo que pretendia desarticular o jogo ilegal em Goiás comandada pelo empresário(?)-contraventor-criminoso ou seja lá o que for, o tal de Carlinhos Cachoeira está a cada vez mais e a todo momento jorrando sua fétida podridão para todos os lados, respingando em muito mais pessoas do que poderia se imaginar quando do início da operação.

A força de sua lama corruptiva levou de roldão imediatamente o senador Demóstenes Torres, ex DEM, enlameou totalmente o governador de Goiás Marconi Perillo, o jornalista Policarpo Júnior e consequentemente a Revista Veja para quem trabalha, respingou em governadores e ex-governadores de diversos estados entre eles Paraná, Minas Gerais do tucano Aécio Neves, São Paulo dos também tucanos José Serra e Geraldo Alckmin, e agora chega sua podridão ao empresário Marcelo Limírio, que a Polícia Federal tem fortes indícios de ter se beneficiado do esquema na compra do Hotel Nacional em 2009.

A denúncia da ligação entre Limírio e Cachoeira foram trazidas à tona pelo Jornal do Brasil no último dia 16 de abril, na reportagem “Hotel Nacional: as digitais de Carlinhos Cachoeira no Rio de Janeiro”.

Principal acionista individual do grupo Hypermarcas, Marcelo Limírio é sócio direto tanto de Carlinhos Cachoeira quanto de Demóstenes. O contraventor e o empresário são sócios pela empresa ICF, responsável por fornecer testes para laboratórios. Entre eles, está o Vitapan, que pertence a Cachoeira. Já o senador Demóstenes é sócio de Limírio numa universidade em Contagem, Minas Gerais.

Parte do contrato e o restante da reportagem do JB pode ser vista aqui.

E como já citei algumas vezes aqui nesse espaço, muita lama ainda vai rolar dessa cachoeira.

Por: Eliseu