terça-feira, 19 de junho de 2012

A placa do desrespeito

Por: Eliseu
Nesse nosso belo país tropical, “descoberto” pelo incompetente e perdido navegador Pedro Alvares Cabral que estava a caminho das Índias para buscar especiarias para o Rei de Portugal, se perdeu na imensidão dos oceanos e para sua felicidade e nossa infelicidade veio dar com os costados lá pelas bandas da Bahia, salvando seu pescoço e ficando com o título de descobridor do Brasil.
De lá pra cá, pouca coisa mudou. Depois de Portugal roubar praticamente todas madeiras nobres, especialmente o Pau-Brasil, ouro, esmeraldas e todo tipo de riqueza que temos, no dia 7 de setembro de 1822, Dom Pedro I, numa história muito bem contada nos livros, mas cheia de controvérsias para quem pensa, resolveu decretar a independência do Brasil.
Independente ou não, o DNA da incompetência, preguiça e corrupção de Pedro Alvares Cabral continuou no sangue dos brasileiros. Exemplos não faltam: fomos a país a mais tempo utilizar do trabalho escravo formal, (o informal existe até hoje) extinto também de forma duvidosa pela Princesa Isabel, passando por políticos vagabundos, ditadura, estranhas mortes como a de Tancredo Neves, Ulisses Guimarães e outros até chegar em Fernando Collor, Fernando Henrique Cardoso (o corno manso que apoia o uso e tráfico de drogas), Demóstenes Torres, Carlinhos Cachoeira e mais tantos que ficaria uma eternidade enumerando.
Bem, chegando à época atual, continuamos além de ver a corrupção que campeia Brasil afora, os maus exemplos de cidadãos comuns, que além de não cuidarem da parte política, jogando na lata de lixo esses políticos safados, não cuida também de seu própio lixo, jogando papéis, sacolas plásticas e toda ordem de sujeira nas ruas, rios e mares, e também na fachada dos outros.
Em pleno dia 16 de junho de 2012, século XXI, - ou seja, hoje -  somos obrigados a ver falta de educação de quem deveria ser educado, no caso um suposto contabilista.
No bairro de Laranjeiras, o mais comercial da cidade de Serra, Região Metropolitana de Vitória, pudemos ver o absurdo de uma placa de um escritório de contabilidade tapando a de uma escola de música, a Piano Music, e isso numa das mais movimentadas ruas.
Por onde anda a educação de certos “empresários”, e principalmente por onde anda a fiscalização da prefeitura de Sérgio Vidigal, que proclama aos quatro ventos que é a quarta cidade que mais cresce no Brasil? Por onde anda heim…? E será que vale a pena contratar os serviços de um escritório contábil que sequer respeita seu vizinho? Talvez não seja adequado.

Publicado originalmente em 16/6/2012 às 21:09 hs.