sábado, 4 de agosto de 2012

Após pressionar, FHC condena pressão no STF

Por: Eliseu

clip_image001Após pressionar o Supremo Tribunal Federal na Ação Penal 470, que a odiosa elite, ou pseudo-elite brasileira e o PIG, a reacionária imprensa marrom e golpista insiste em chamar de “mensalão”, o coisa ruim, também conhecido por ser corno manso, assumido e conformado, o tucano ex-presidente Fernando Henrique Cardoso que sugeriu aos ministros do Supremo ouvirem a opinião pública (resta saber se o que ele chama de opinião pública é opinião dos tucanos) aparenta ter se arrependido e agora condena pressão no Supremo.

Agora, o tucano que ganharia muito mais se ficasse calado, pede que o Supremo não aceite pressões e votem pela lei.

Veja o vídeo: | Não se esqueça de DESLIGAR a rádio clicando stop.

Conforme informa o site Brasil 247, que O Carcará concorda plenamente, Fernando Henrique Cardoso postou, no YouTube, um vídeo temerário. A seu modo, também colocou pressão sobre os ministros do Supremo Tribunal Federal, ao pedir que julguem a Ação Penal 470, do chamado mensalão, com base nos autos, mas que também ouçam a “opinião pública”. Segundo ele, o Brasil está diante de um “julgamento que pode marcar a história”.

FHC adota um discurso aparentemente moderado, ao pedir decisões ancoradas na lei. “O que for correto, absolve; o que for crime, castiga”, diz ele. Mas ele também afirma que, embora julgue pela lei, o juiz também deve saber que ela tem relação com a vida, ou com aquilo que ele imagina ser a “opinião pública”.

O vídeo, portanto, suscita algumas questões. Quem define o que é a opinião pública? É a opinião, por exemplo, da revista Veja ou de Carta Capital? Do jornal O Globo ou da revista Retrato do Brasil, cujo editor, Raimundo Rodrigues Pereira, lança hoje livro em que disseca o caso do mensalão? Ou como já citei acima, opinião dos tucanos? Porque o “povão”, aquele que define eleições, está mais interessado e olimpíadas que nessa palhaçada que chamam de mensalão.

O vídeo: | Não esqueça de DESLIGAR a rádio clicando stop.

Além disso, como devem se portar juízes nos casos em que o povo, incitado por terceiros, decide linchar os réus? Deve prevalecer a lei ou o “direito achado na rua”, conceito que até ontem era condenado pelos que hoje pedem um julgamento de acordo com a opinião pública?

E a privataria tucana, da qual Fernando Henrique é o protagonista principal, (esse sim, o maior escândalo já visto e provado no Brasil), ele se esqueceu completamente. Talvez a causa do esquecimento seja o efeito da Cannabis sativa, a danada marijuana, também conhecida popularmente como maconha, da qual ele tanto gosta e defende.

Êta tucanalha dos infernos!