segunda-feira, 27 de agosto de 2012

O pior analfabeto

Por: Eliseu

analfabeto_politicoNeste ano de eleições para prefeitos e vereadores, quando todos os políticos se tornam os melhores homens desse planeta chamado Terra, o que nas situações normais do dia a dia lhes causa repulsa, nas eleições são normais e “agradáveis”, como pegar no colo crianças sujas nas favelas (aqui no ES nomearam de Invasões. No Rio são Comunidades), dão tapinhas nas costas de todos, até de quem jamais tenham visto, pegam nas mãos de pessoas humildes (depois correm para desinfetar) e prometem o “diabo a quatro” na tentativa de angariar alguns votos, seria bom se refletisse sobre a citação de Bertolt Brecht sobre o analfabeto político que segue logo abaixo.

Essa espécime aqui no Brasil está longe da extinção. Por exemplo, o tucano mentiroso José Serra que nunca cumpriu o que prometeu aos paulistanos; aqui na nossa cidade de Serra/ES temos o prefeito “doutor” Sérgio Vidigal que apesar de se dizer médico não cuida da saúde, extermina cães, compra votos em troca de cestas básicas às nossas custas, e o outro candidato, Audifax Barcelos que foi introduzido na política por Vidigal, gostou do poder e tentou passar uma rasteira no mesmo ao final do mandato bem ao estilo dos desonestos políticos brasileiros. Os dois polarizam a campanha aqui na cidade. E agora, qual dos dois é pior? Difícil resposta!

Segue abaixo a citação do Bertolt Brecht que peguei de uma amiga do Facebook:

O Analfabeto Político

“O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política, nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais, e exploradores do povo.”
Bertolt Brecht