terça-feira, 5 de março de 2013

Presidente do STF manda jornalista “chafurdar no lixo”

No: Rede Brasil Atual 

stf_joaquim_barbosaNesta terça, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, recomendou a um repórter do jornal O Estado de S. Paulo que ele fosse “chafurdar no lixo”. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.

Ao ser abordado por Felipe Recondo, um dos jornalistas que o aguardavam após reunião do Conselho Nacional de Justiça, Joaquim Barbosa interrompeu a pergunta do repórter e disse: “Me deixa em paz, rapaz. Vá chafurdar no lixo como você faz sempre”.

Ao ser questionado sobre sua reação, o ministro respondeu: “Estou pedindo, me deixe em paz. Já disse várias vezes ao senhor”. E terminou dizendo: “Eu não tenho nada a lhe dizer, não quero nem saber do que o senhor está tratando”.

Na última semana, Barbosa voltou a criar polêmica durante entrevista coletiva concedida a correspondentes internacionais na qual afirmou que o sistema penal brasileiro tinha penas brandas, cobrando uma condenação maior aos réus da Ação Penal 470, o chamado mensalão. Na ocasião, o ministro disse que os juízes brasileiros têm mentalidade “mais conservadora, pró status quo, pró impunidade”. 

Em resposta, a Associação de Magistrados Brasileiros (AMB), a Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) e a Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra) emitiram nota afirmando que a declaração era “preconceituosa, generalista, superficial e, sobretudo, desrespeitosa” e criticando o “isolacionismo” de Barbosa.

Em nota assinada pelo secretário de comunicação do Supremo, emitida logo após o incidente, Barbosa pede desculpas e afirma que se trata de “episódio isolado que não condiz com o histórico de relacionamento do ministro com a imprensa”.

Nesta terça, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, recomendou a um repórter do jornal O Estado de S. Paulo que ele fosse "chafurdar no lixo". As informações são do jornal Folha de S. Paulo.

Ao ser abordado por Felipe Recondo, um dos jornalistas que o aguardavam após reunião do Conselho Nacional de Justiça, Joaquim Barbosa interrompeu a pergunta do repórter e disse: "Me deixa em paz, rapaz. Vá chafurdar no lixo como você faz sempre".

Ao ser questionado sobre sua reação, o ministro respondeu: "Estou pedindo, me deixe em paz. Já disse várias vezes ao senhor". E terminou dizendo: "Eu não tenho nada a lhe dizer, não quero nem saber do que o senhor está tratando".

Na última semana, Barbosa voltou a criar polêmica durante entrevista coletiva concedida a correspondentes internacionais na qual afirmou que o sistema penal brasileiro tinha penas brandas, cobrando uma condenação maior aos réus da Ação Penal 470, o chamado mensalão. Na ocasião, o ministro disse que os juízes brasileiros têm mentalidade “mais conservadora, pró status quo, pró impunidade”.  

Em resposta, a Associação de Magistrados Brasileiros (AMB), a Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) e a Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra) emitiram nota afirmando que a declaração era “preconceituosa, generalista, superficial e, sobretudo, desrespeitosa” e criticando o "isolacionismo" de Barbosa.

Em nota assinada pelo secretário de comunicação do Supremo, emitida logo após o incidente, Barbosa pede desculpas e afirma que se trata de “episódio isolado que não condiz com o histórico de relacionamento do ministro com a imprensa”.

Leia a íntegra da nota:

“Em nome do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ministro Joaquim Barbosa, peço desculpas aos profissionais de imprensa pelo episódio ocorrido hoje, quando após uma longa sessão do Conselho Nacional de Justiça, o presidente, tomado pelo cansaço e por fortes dores, respondeu de forma ríspida à abordagem feita por um repórter. Trata-se de episódio isolado que não condiz com o histórico de relacionamento do Ministro com a imprensa.

O ministro Joaquim reafirma sua crença no importante papel desempenhado pela imprensa em uma democracia. Seu apego à liberdade de opinião está expresso em seu permanente diálogo com profissionais dos mais diversos veículos. Seu respeito pelos profissionais de imprensa traduz-se em iniciativas como o diálogo que iniciará no próximo dia 07 de março, quando receberá em audiência o Sr. Carlos Lauria, representante do Comitê para Proteção de Jornalistas (CPJ), ONG com sede em Nova Iorque.

Wellington Geraldo Silva

Secretário de Comunicação Social – SCO

Supremo Tribunal Federal”

Pitaco do O Carcará: Até entendo que o Ministro tenha suas dores, mas se não aguenta trabalhar, que se aposente. Aliás deverá ter direito a uma gordíssima aposentadoria, ao contrário dos “pobres mortais” que trabalham pelo menos 35 anos para se aposentar com a miséria que é oferecida pelo INSS.

Se o presidente da mais alta corte brasileira se comporta dessa maneira com um jornalista da grande mídia, o PIG, imagine como os funcionários públicos “comuns” tratam os “pacatos cidadãos” como esse blogueiro que hoje ficou mais de uma hora aguardando atendimento na Caixa Econômica Federal, agência Hosp. Metropolitano no bairro Laranjeiras, aqui na nossa bela cidade de Serra-ES, e ainda foi obrigado ouvir por duas vezes e por gerentes diferentes, a sugestão para que os clientes procurassem outa agência, pois a mesma não tinha estrutura para atender. Então porque abre o raio da agência?

Estou preparando uma matéria sobre o ocorrido e publicarei em breve. E evidentemente vou procurar a justiça para tentar ser respeitado. Espero que na instância inferior o juiz não mande chamar o caminhão coletor e me jogue direto no lixo.

Vade retro!