sábado, 20 de julho de 2013

Ministra é favorável à bandidos

“Manuais da ditadura estão vigentes”, diz Maria do Rosário. E eu digo que “pau que dá em Chico também dá em Francisco”

Por: Eliseu 

rosario_direitos_humanos“As manifestações que mexeram com o país em junho expuseram não apenas o caráter repressor da Polícia Militar, mas também o potencial da instituição de ampliar a violência, em vez de enfrentá-la”. São palavras da ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Maria do Rosário, em entrevista à CartaCapital.

A ministra também afirmou que “é extremamente preocupante que as polícias continuem abordando a juventude de forma violenta, sempre como suspeitos, revelando que os manuais de inquérito e abordagem do período da ditadura continuam vigentes”, e sublinhou que a “segurança pública é um direito humano”.

Não satisfeita, a ministra soltou essa pérola: “são extremamente preocupantes as manifestações que indicam, por exemplo, a descaracterização do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e a tentativa de responsabilização, com base no Código Penal, e prisão dos adolescentes a partir dos 16 anos ou até mais jovens que isso. Assim como é preocupante que as polícias continuem abordando a juventude de uma forma violenta, sempre como suspeitos, revelando que os manuais de inquérito e abordagem do período da ditadura continuam vigentes”.

Como sempre gosto de dizer e aplicar aquele velho ditado popular que diz que “pau que dá em Chico também dá em Francisco”, digo que a ministra do PT, como todo integrante dos “Direitos Humanos” tem a concepção que “humano” é bandido. Vivendo em seu maravilhoso mundo da fantasia, refestelada em uma confortável poltrona em seu luxuoso gabinete, e, quando entra no “mundo real” cercada por seguranças pagos com nosso dinheiro, a ministra não tem conhecimento dos fatos, e muito menos que se preocupar com bandidos.

Deve-se esclarecer que a polícia não anda abordando a “juventude de forma violenta, sempre como suspeitos” como diz. Esse blogueiro que vive no mundo real, vê a polícia abordando suspeitos, e bandidos. Até menos do que devia.

Quanto à preocupação da ministra da “descaracterização do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e a tentativa de responsabilização, com base no Código Penal, e prisão dos adolescentes a partir dos 16 anos ou até mais jovens que isso”, ela devia se preocupar com as vítimas e famílias das vítimas desses bandidos que “podem tudo” amparados nesse raio de estatuto que é um eca mesmo. Nem deveria ter sido aprovado, mas já que foi, passou, e muito da hora de ser mudado. Melhor, extinto! Quem tem condições de empunhar uma arma e matar, tem que ter condições de ser exemplarmente punido com prisão comum, tenha a idade que for.