sexta-feira, 29 de agosto de 2014

A máscara negra de Marina Silva

No: Terra Brasilis – Postado originalmente em 26 de agosto de 2014

Na campanha presidencial de 2010, candidata pelo partido Verde, Marina Silva deixou passar a versão que era descendente das nações indígenas, e defensora da Amazônia, e viúva de Chico Mendes.

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Candidata novamente, hospedeira do PSB, Marina diz que é de um partido inexistente, “repleto de palavras-senha da propaganda das organizações de Soros: “sociedade sustentável”, “sociedade do conhecimento” e “diversidade”.

Usa como slogan a frase final da última entrevista de Eduardo Campos: “Não vou desistir do Brasil”. Que Marina, no troca-troca de partidos, nunca teve ideias próprias.

No papel de viúva, estendeu sua rede entre os caixões de Chico Mendes e Eduardo Campos.

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A novidade é que passou a proclamar que será a primeira presidente negra do Brasil, quando vários mestiços já exerceram o cargo. Inclusive dois ciganos – Washington Luiz e Juscelino -, uma minoria étnica entre as mais perseguidas no mundo, notadamente hoje na França, como aconteceu na Alemanha dos fornos de Hitler.

Atriz, Marina representa vários papéis: a doente de malária, a meiga, a santa, a deusa mãe terra Pachamama, a Indira Gandhi no jeito de se vestir, a Jacqueline Kennedy que não chorou no enterro do marido assassinado.

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Em Marina, várias personas na busca de adaptação política. Começou no Partido Revolucionário Comunista de José Genoíno, depois de noviça em um convento. Deixou de ser católica e ingressou na Assembleia de Deus. Uma carreira que resultou no seguinte cartazete que circula na internet:

Para cada partido uma máscara nova (persona), em uma campanha que lembra velhos carnavais.

Tanto riso, oh quanta alegria
Mais de mil candidatos na eleição
A viúva está chorando
pelo amor de Chico Mendes
No meio da multidão

Foi bom te ver outra vez
Tá fazendo quatro anos
Foi no eleição que passou
Eu sou aquela candidata
Que te abraçou
Que te beijou, meu eleitor
Na mesma máscara negra
Que esconde o meu rosto
Eu quero matar a saudade
Vou beijar-te agora
Não me leve a mal
Eu era vice
Neste carnaval
virei viúva presidencial

Por André Thalis