domingo, 6 de setembro de 2015

Formatando a vida

Chega um momento que tem que se decidir. Ou deixa os “vírus” tomarem conta, ou mesmo doendo, deleta-se alguns arquivos que gostamos

Por: Eliseu

life-resetQuem acompanha meu blog sabe que dificilmente me refiro a assuntos pessoais. Entretanto, minha vida pessoal se confunde com a do blogueiro, e se uma está de certa forma comprometida, a outra também fica. Fiquei mais de 40 dias sem adicionar uma postagem e sequer percebi. Ruim quando se trata de alguém como eu que gosta do debate.

Quando se refere à informática, software principalmente, pensa-se logo em jovens nerds. Mas na vida existem exceções, e no caso, sou uma. Gosto muito de software e comparo muitas vezes com o ser humano. Até algumas coisas temos em comum: vírus e as vacinas para os mesmos (antivírus).

O problema é quando nos preocupamos em demasiado em não permitir deixar os vírus agirem nas máquinas, principalmente para não serem invadidas e esquecemos-nos de nos proteger. Aí sim, o perigo ronda e ficamos sem proteção.

No computador a melhor solução é fazer backup do que temos de bom para não perder bons momentos e experiências e formata-lo, que significa apagar tudo e refazer todo o sistema voltando assim às configurações iniciais e, usando o backup, colocamos de volta o que temos de bom. Caso não queiramos perder nenhum arquivo em definitivo, podemos colocá-los em “quarentena” num disco separado. Não gosto de fim. Prefiro reticências!

eliseu_ocarcaraNa vida não é muito diferente. Descuidei de minha por alguns momentos e vi que tinha sido infectado por alguns “vírus”. Relutei, tomei as vacinas, mas como nos computadores, ficam “restos” nos registros, e eles, (os vírus) acabam voltando e se não resolvermos o problema logo eles “tomam conta” e acabam nos fazendo lentos, nos paralisando e nos dominando, assim como fazem nas máquinas.

Chega um momento que tem que se decidir. Ou deixa os “vírus” tomarem conta, ou mesmo doendo, deleta-se alguns arquivos que gostamos mas que estão nos paralisando.

Tomei a decisão: fiz o que faço com computadores para resolver de vez o problema: FORMATEI MINHA VIDA, usei o “backup” e guardei os bons arquivos. Mas como disse, prefiro as reticências ao ponto final. Então, os outros não deletei, guardei num “disco” separado de onde não causarão qualquer problema. Pode ser que algum dia a tecnologia dê condições de excluirmos os “vírus” recuperá-los “limpos”. É o que espero, e o futuro a Deus pertence.

O O Carcará está de volta em definitivo!