domingo, 26 de fevereiro de 2017

Temer recebeu propina da Odebrecht, diz Yunes

O dinheiro seria parte, ainda segundo o delator, de um total de 10 milhões de reais acertados entre Temer e Marcelo Odebrecht

Por: Eliseu

temer_corrupçãoMuitos dizem que para mudar o Brasil, precisa mudar os políticos. E é o que tem que ser feito! Mas para que isso aconteça, antes a população de forma geral precisa de educação. Não só a educação formal, a da sala de aula, mas educação política. E isto não interessa ao políticos de direita que representam a fétida elite brasileira.

Temos uma geração de (na maioria), analfabetos funcionais. Aqueles que leem mas não sabem interpretar. Aí fica fácil para os políticos desonestos venderem seus “podres peixes”.

Estamos vendo há anos um verdadeiro massacre do PIG, capitaneado pela Rede Globo contra Lula. Desde a famosa “lava-jato” que o juizeco partidário do PSDB Sérgio Moro vem tentando sem sucesso provar que Lula, “o comandante supremo de toda corrupção no País” conseguiu comprar um apartamento e uns pedalinhos.

Enquanto isso denúncias contra políticos de direita são solenemente ignoradas por Moro, polícia federal, mídia golpista e a desinformada população.

Matéria de 24/2 do Rede Brasil Atual, que reproduzo abaixo mostra que Temer recebeu propina da Odebrecht, solenemente ignorada por nossas “zelosas” autoridades.

“Fui mula involuntário do Padilha”, disse o advogado à Veja, que confirmou sua versão à publicação e também ao jornal Folha de S.Paulo. “Não teria problema nenhum ele (Padilha) reconhecer que ligou para mim para entregar um documento, o que é verdade. Vamos ver o que ele vai falar. Estou louco para saber o que ele vai falar. Ele é uma boa figura. Mas, nesse caso, fiquei meio frustrado. Não sei. É tão simplório. É estranho, não é?", disse Yunes à revista.

Em seu depoimento, Yunes trouxe um elemento novo ao caso contra Temer e Padilha. Segundo o advogado, o mensageiro da Odebrecht era o doleiro Lucio Bolonha Funaro, que teria mencionado, em rápida conversa, financiamento a 140 deputados para “fazer o Eduardo presidente da Casa”.

Eduardo era Eduardo Cunha (PMDB-RJ), deputado federal cassado que de fato foi eleito presidente da Câmara, cargo por meio do qual liderou o impeachment contra Dilma Rousseff (PT). Lucio Funaro é apontado pelo Ministério Público Federal como operador de Cunha e, assim como o ex-deputado, está preso no âmbito da Operação Lava Jato.

O pacote, afirmou Yunes, foi retirado mais tarde por uma pessoa que ele não teria identificado. De acordo com o blog do jornalista Gerson Camarotti, no portal G1, que também trata do depoimento de Yunes, a encomenda teria sido levada ao ex-ministro Geddel Vieira Lima.

Encontro com Temer

Na carta de demissão enviada a Temer em dezembro, Yunes afirmara que tomou a decisão “em respeito à família”, para "preservar a dignidade". Nesta quinta-feira 23, Yunes esteve em Brasília e conversou com Temer. O encontro não aparece na agenda de Temer, mas foi confirmado pelo Palácio do Planalto ao Blog do Camarotti.

O nome de Yunes chegou às manchetes em 9 de dezembro, após o vazamento da delação de Cláudio Melo Filho, ex-vice-presidente de Relações Institucionais da Odebrecht. No depoimento aos procuradores responsáveis pela Lava Jato, Melo Filho narrou ter enviado um emissário para entregar dinheiro vivo no escritório Yunes em São Paulo em 2014.

O dinheiro seria parte, ainda segundo o delator, de um total de 10 milhões de reais acertados entre Temer e Marcelo Odebrecht, o dono da construtora, em um jantar realizado em maio daquele ano no Palácio do Jaburu, residência oficial da vice-presidência.

Esse montante de 10 milhões, afirma o delator, deveria ser dividido em duas partes: 6 milhões de reais para o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, então candidato a governador de São Paulo, e 4 milhões para Eliseu Padilha, que distribuiria o valor para outros candidatos do PMDB.

Cunha, Moro e Temer

À revista Veja, o ministro-chefe da Casa Civil disse que não conhece Lucio Funaro e que não pediu nenhuma entrega a ele. Quando o caso veio à tona, o Palácio do Planalto confirmou o acordo com a Odebrecht para o repasse de 10 milhões de reais, mas disse que se tratava de verbas para financiar a campanha. O delator Cláudio Melo Filho sustenta que tratava-se de propina.

Réu na 13ª Vara Federal de Curitiba, na qual tramita a Lava Jato em primeira instância, Eduardo Cunha arrolou Temer como testemunha e apresentou uma lista de 41 perguntas a serem feitas a ele. O juiz Sergio Moro barrou, entretanto, 21 dessas questões, incluindo as três que citavam Yunes.

Nos questionamentos, Cunha perguntava sobre qual era a relação de Temer com Yunes e se o presidente “recebeu alguma contribuição de campanha para alguma eleição de Vossa Excelência ou do PMDB". Na terceira pergunta, Cunha levantava a possibilidade de caixa dois ou propina ao indagar se as contribuições "foram realizadas de forma oficial ou não declarada”.

Na ocasião, Moro considerou as 21 perguntas excluídas como inapropriadas ou sem pertinência com o objeto da ação penal. Para o mundo político, a simples apresentação das perguntas por parte da defesa de Cunha foi uma sinalização do deputado cassado a respeito do potencial explosivo que uma delação premiada por parte dele poderia ter.

Após o Carnaval, três delatores da Odebrecht, incluindo Cláudio Melo Filho, serão ouvidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na ação contra a chapa Dilma-Temer, que pode ser cassada. Caso esse seja o desfecho do julgamento, Temer pode ser destituído e uma eleição direta definiria um presidente tampão até as eleições de 2018.

Dois pesos e duas medidas!

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Serra, Audifax e seus buracos

“Não podemos negar o ditado que diz: ‘Cada povo tem o governo que merece!’ A classe política nada mais é que uma pequena amostragem do povo que governa; portanto, jamais será diferente de seus governados” Roger Bottini Paranhos

Por: Eliseu 

cabral_navegador_brasilBrasil, terra abençoada por Deus e todos Orixás, onde cantam os sabiás e o povo dorme em berço esplêndido, “achada” pelo incompetente navegador Pedro Álvares Cabral, que ia buscar pimenta para e rei, se perdeu e veio dar com os costados pelas bandas da Bahia, salvando assim seu “lindo” pescoço e tornando-se herói. Como todos o portugueses que por aqui aportaram, foram extremamente desonestos. A corrupção iniciou-se apenas em 2002 no governo Lula (pelo menos é o que dizem a fétida elite e seus imbecilizados aduladores, os pobres coxinhas, ou coxinhas pobres.

Os “achadores” portugueses sempre foram zelosos com as riquezas brasileira. Nunca roubaram nosso ouro, jamais roubaram o “Pau Brasil”, nem roubaram as pedras preciosas, etc. Só Lula e Dilma acabaram com o Brasil. Mas Temer já voltou com tudo no devido lugar.

Chegando aos dias atuais, e aqui no Espírito Santo (que aliás faz divisa com a Bahia), onde soldados enfrentam coronéis e são mantidos reféns nos quartéis por meia dúzia de senhoras, a segurança pública está a cargo das forças armadas (leia-se bairros nobres), ficando os bairros periféricos, ou menos desprovidos de população endinheirada jogados á própria sorte, o “couro” está comendo solto.

Ainda aqui no ES, na litorânea e linda cidade de Serra, Administrada (?) pelo incompetente Sr. Audifax Barcelos que nos últimos anos faz dobradinha com Sérgio Vidigal, tão sem vergonha como Audifax, já tendo Vidigal – pseudo-médico - o prêmio de pior prefeito do País na saúde, as coisas estão bem piores.

A cidade que tem a 2ª maior arrecadação do Estado, além de liderar de longe o índice de criminalidade, lidera também em terrenos baldios abandonados com criadores de mosquitos, cobras, onças, leões, leopardos, rinocerontes, elefantes, ratos de quatro e duas patas e mais alguns bichos. Nos postos de saúde, medicamentos apenas aqueles bem baratinhos e sequer sacolas disponibilizam. O mesmo acontece com água. Compraram modernos bebedouros, mas não disponibilizam copos. Gostaria de ver Audifax e seus lacaios ficarem lá por umas cinco horas sem serem servidos pelos puxa sacos comissionados.

WhatsApp Image 2017-02-14 at 18.56.02 (1)E para não estender muito, as ruas de Serra são exemplo mais visível do descaso, corrupção, incompetência e toda sorte de “brincadeira” com o nosso dinheiro. Hoje mesmo o carrinho deste blogueiro ficou o dia todo na oficina, com previsão de receber de “presente” uma fatura que deverá girar em torno dos R$ 1.500,00. PoucaWhatsApp Image 2017-02-14 at 18.56.02 coisa para políticos corruptos, mas uma grana significativa para um simples aposentado ou trabalhador honesto.

Veremos até quando o povo continuará dormindo em berço esplêndido e elegendo essa corja!

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Morre Dª Marisa! Desrespeito em alta

“Pobre de um país ou sociedade em que o ódio político supera qualquer preceito básico de solidariedade humana para com o próximo” - Miguel Nicolelis

Por: Eliseu 

marisa_leticia_lulaInfelizmente, mas sem surpresa, mal foi anunciada a morte cerebral da ex-primeira-dama Dª Marisa Letíicia, tenho visto nas diversas redes sociais o desrespeito, o ódio sem limites dos idiotizados pela mídia, comemorando a morte da esposa de Lula.

É uma lástima que pessoas movidas pelo ódio dessa direita podre que os maneja sem escrúpulos, se sujeitem a desrespeitar dessa forma quem os ajudou, no momento de profunda dor, com a perca de um ente querido, que todos nós estamos sujeitos.

Não escreverei mais, pois estou sentindo náuseas dessa situação. Pensem bem coxinhas, a lei do retorno é certa.

Ao presidente Lula só resta ao velho  O Carcará, desejar que Deus possa amenizar sua dor, e que volte com mais força para 2018.