sábado, 7 de outubro de 2017

Estamos loucos? Janaúba e Brasil em luto!

Segurança fazia tratamento desde 2014 e premeditou crime em creche de MG, diz polícia
Por: Eliseu
creche_crianças_louco_incencioDesde os primeiros registros que se tem notícias da nossa dita humanidade, os seres “racionais”, a loucura está presente.
Aqui vou citar alguns que com sua loucura mataram pessoas inocentes. Para não alongar, podemos citar Nabucodonosor, o rei mais poderoso do império babilônico no século VI aC. Ele destruiu Jerusalém. Mustafá 1º, que reinou no Império Otomano e se divertia jogando o tesouro real pela janela. Ele adorava ver o povo se matando para pegar as coisas.
E tantos outros loucos passaram, estão passando e infelizmente passarão pela história da humanidade.
Dias atrás tivemos um massacre a tiros nos Estados Unidos com grande número de vítimas fatais e feridos, promovido por um louco que todos imaginavam ser um pacato cidadão.
louco_incendiário_crianças_crecheAgora aparece um louco em Janaúba, MG, que deixou o Brasil estarrecido ao jogar combustível em crianças e professores, além dele próprio numa creche da cidade. De acordo com informações da imprensa, 7 crianças de apenas 4 anos, 1 professora e o louco morreram. 42 pessoas, a maioria crianças, estão feridas.
O que mais assusta é o fato do louco incendiário ser segurança da creche, fazia tratamento – provavelmente psiquiátrico – desde 2014 segundo a polícia, e nenhum profissional da área médica haver percebido o perigo que representava.
Agora resta pedir que o Altíssimo conforte as famílias das pequenas crianças, da professora, e também do segurança incendiário louco que faleceram de maneira trágica, brutal.
Também que as autoridades fiquem mais atentas aos funcionários com problemas psiquiátricos e que não fujam de suas responsabilidades, proporcionando tratamento digno aos feridos, e acolhimento adequado aos familiares, com assistência social, psicólogos, estadia e alimentação até que seus familiares feridos se recuperem totalmente.
Meus sentimentos a todos os familiares vitimados.