domingo, 8 de outubro de 2017

General defende golpe militar

O general da reserva Luiz Eduardo Rocha Paiva defende novo golpe militar no Brasil “mesmo sem amparo legal”
Por: Eliseu
ditadura_golpeHá tempos este blogueiro vem alertando para a possibilidade de “intervenção militar”, que na verdade será um novo golpe de estado, com os militares novamente no poder.
À fétida elite brasileira, especialmente a paulistana, interessa qualquer governo neoliberal, inclusive os militares. E essa podre parcela da sociedade infelizmente influencia os deslumbrados e desinformados pobres de direita, os PIB’s (Perfeitos Idiotas Brasileiros), também denominados de “coxinhas” a apoiarem suas preferências que só a eles beneficiam, como o “fora Dilma”, e agora apoiando o idiota Bolsonaro, militar homofóbico, racista, sexista, apoiador de ditadura e torturas, fascista que homenageou publicamente o coronel Ustra, conhecido torturador. Também temos os “desmemoriados” que passaram, sofreram com a ditadura e agora a querem de volta.
Recentemente o general Mourão (fardado), deu declarações  que não deixa dúvidas sobre pelo menos parte dos militares o desejo da volta ao poder. De acordo com o CartaCapital, na quinta (5), o general da reserva Luiz Eduardo Rocha Paiva defende novo golpe militar no Brasil “mesmo sem amparo legal”.
ditaduraEm artigo publicado no jornal O Estado de S.Paulo nesta quinta-feira 5, o general da reserva Luiz Eduardo Rocha Paiva defende um golpe de Estado no País caso a crise política chegue a níveis “extremos”.
“A intervenção militar será legítima e justificável, mesmo sem amparo legal, caso o agravamento da crise política, econômica, social e moral resulte na falência dos Poderes da União, seguida de grave instabilidade institucional com risco de guerra civil, ruptura da unidade política, quebra do regime democrático e perda de soberania pelo Estado”, escreve Paiva.
Citando o artigo 142 da Constituição e a Lei Complementar 97/1999, o general afirma que a legislação veta eventuais intervenções que não sejam determinadas pela Presidência da República, mas deixa lacunas a respeito do emprego das Forças Armadas: "A lei não eliminou a possibilidade de um impasse institucional caso o Judiciário ou o Legislativo requeiram o emprego das Forças Armadas e o presidente se recuse a dar a respectiva ordem, pois o Brasil não está imune ao conflito entre os Poderes da União, como se vê no atual contexto político".
O militar diz ainda que, “em tal quadro de anomia, as Forças Armadas assumirão o papel de “recuperar a estabilidade do País” e “pacificar” a sociedade. São ações inerentes às missões constitucionais de defesa da Pátria, não restrita aos conflitos externos, e de garantia dos Poderes constitucionais, da lei e da ordem.”
Uma reportagem de Marina Amaral, da Agência Pública, intitulada Conversas com Mr. DOPS dá uma “palinha” do que foi a ditadura brasileira. Pode ser acessada clicando no link acima ou aqui.
É esperar e torcer para os “deslumbrados” coxinhas se informem e voltem a colocar os pés no chão e não “pagarem pra ver”, porque todos pagarão, e um preço muito alto.