sexta-feira, 26 de novembro de 2010

'Se formos atacados, não há como não responder', diz Exército

Por: Eliseu
Em reunião na tarde desta sexta-feira (26) com os responsáveis pelas forças de segurança, o comandante do Comando Militar do Exército, general Adriano Pereira Júnior, não descartou a possiblidade do Exército ter que ir para a linha de frente dos conflitos que acontecem na Penha, na Zona Norte do Rio.

"Estamos indo para a área de conflito. Se formos atacados, não há como não responder. Se tiver que haver confronto, infelizmente, vamos partir para isso", ressaltou o general.

Segundo ele, pelo menos 780 homens já foram deslocados e distribuídos em 40 pontos da região da Penha para fazer a segurança do Perímetro, e mais de 60% da tropa é de militares que já estiveram no Haiti. Nenhum recruta foi convocado para participar das ações.

Os soldados começaram a chegar por volta das 15h desta sexta-feira (26) ao conjunto de favelas do Alemão e à Vila Cruzeiro, na Zona Norte. Eles fazem parte de um grupo cedido pelo Ministério da Defesa para auxiliar no combate à onda de violência na cidade.

Segundo o coronel Zanan, da seção de comunicação do Comando Militar do Leste, a missão específica dos soldados é cercar e isolar a área do Alemão para que ela seja ocupada. Serão cerca de 800 soldados em mais de 50 viaturas. (O vídeo ao lado mostra traficantes no Alemão.)

Na quinta (25), uma operação policial liderada pelo Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar do Rio entrou na favela da Vila Cruzeiro, que havia se tornado um reduto de traficantes na Penha. Cerca de cem criminosos fugiram em direção ao Alemão. A operação liderada pelo Bope teve apoio da Polícia Civil e da Marinha, que forneceu blindados.

Na íntegra do Gazeta Online

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