quinta-feira, 23 de junho de 2011

“Lei Seca” após três anos

Por: Eliseu

Em três anos de “Lei Seca” vigente no País nada temos a comemorar:

Não existe motorista algum preso por dirigir embriagado.

Também não existe nenhum motorista que, bêbado, assassinou no transito, foi preso.

Vários motoristas idôneos estão com suas carteiras de habilitação caçadas, passaram por humilhações de serem algemados por se negaram a fazer o bafômetro, devido terem sido flagrados com menos de 6 decigramas de álcool por litro de sangue.

Pessoas honestas, que jamais cometeram crimes, trabalhadoras, respondem a processos como criminosos por terem tomado apenas uma cerveja e tido o azar de se envolver em acidente de trânsito.

O numero de vitimas no transito, mantém-se praticamente no mesmo nível.

Tirou a liberdade daquelas pessoas que sabem conciliar álcool e volante depois do expediente beber moderadamente com seus amigos.

O único a lucrar com a “Lei Seca” é o Estado com sua indústria de multas, que visa apenas aumentar a arrecadação, sem se preocupar com a vida.

Bastava fazer que a Lei anterior fosse cumprida, como todas deveriam ser, de forma rígida para os motoristas que dirigem embriagados, que com certeza é muito mais que 6 decigramas de álcool por litro de sangue, onde o próprio policial podia atestar o estado de embriaguêz, sem necessidade de comprovação mínima de ingestão de álcool, que diga-se de passagem ninguém é obrigado a se submeter, uma vez que a Constituição Federal garante o direito de ninguém, querendo, produzir prova contra si.

2 comentários:

  1. Elizeu, o tete de bafômetro é uma maneira da industria vender essas gerigonças. Que eu saiba nos EUA, Europa e Japão o policial faz um simples teste como mandar a pessoa caminha em uma linha reta, se equilibra em uma perna e a outra em forma de quatro e se o sujeito não conseguir e preso e encaminhado para a delegacia.

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  2. Olá Antônio Carlos.
    É isso mesmo. E a palavra do policial vale. Lá os que estão no poder se preocupam com a vida, ao contrários dos aqui abaixo da linha do Equador.

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